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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Síndrome do Pânico


O que é? A síndrome do pânico é um transtorno psicológico em que ocorrem crises inesperadas e frequentes de desespero, pavor e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente. Essas crises fazem com que o indivíduo não leve uma vida normal, pois ele tem medo de que as crises voltem e evitam situações de perigo. Por exemplo, se a crise ocorreu em um elevador, é comum o paciente não querer mais voltar a utilizar o elevador no trabalho ou em casa.   Causas A Ciência acredita que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como: Genética; Estresse; Temperamento forte e suscetível ao estresse; Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.   Sintomas Ataques de pânico característicos da síndrome geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo. O terror toma conta do seu corpo, o seu coração dispara, você se sente sufocado, com tontura, tremores, faltar de ar, e para completar as suas pernas ficam bambas, aparece a sensação de que o ambiente é perigoso, de que você vai morrer ou ter um ataque cardíaco ou derrame, ou mesmo, ficar louco para sempre e perder o controle. O pico das crises de pânico geralmente dura cerca de 10 a 20 minutos, mas pode variar dependendo da pessoa e da intensidade do ataque. Além disso, alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. É bom ficar atento, pois muitas vezes um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco. As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas: Sensações de falta de ar ou sufocamento; Tontura e fraqueza; Aumento da frequência cardíaca; Palpitações; Aumento da produção de suor; Sensação de calor ou calafrio; Dor no peito ou no estômago; Formigamento; Tremores; Náusea ou desconforto abdominal; Medo de perder o controle ou enloquecer; Medo de morrer ou de uma tragédia iminente; Sensação de perigo iminente, dentre outros sintomas.   Diferença entre Síndrome do Pânico e Ansiedade A síndrome do pânico é um tipo específico de transtorno dentro dos quadros ansiosos. Costuma ocorrer em crises, isto é, vêm "do nada" e de forma muito intensa. A ansiedade é um estado mais constante, portanto é um estado menos sujeito a variações, altos e baixos e crises, que a síndrome do pânico. A principal diferença está nas gradações, no modo como a ansiedade se distribui. É importante ressaltar que um quadro ansioso pode evoluir para um quadro de pânico e vice-versa.   Tratamento A Síndrome do pânico é diagnosticada por um psiquiatra a partir da avaliação dos sintomas apresentados. Se você teve ou tem qualquer sintoma típico de crises de pânico, procure ajuda o quanto antes. Os ataques são difíceis de controlar por conta própria e podem piorar se não houver acompanhamento de um profissional e tratamento adequados.  O principal objetivo do tratamento da Síndrome do Pânico é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos. Ambos têm se mostrado bastante eficientes.  Existem diversas formas de psicoterapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse transtorno a chamada de Psicoterapia Comportamental. Ela poderá ajudar o paciente a entender os ataques de pânico, a como lidar com eles no momento em que acontecerem, ajuda o paciente a aprender diferentes maneiras de como pensar e reagir em situações de perigo, reduzindo então a ansiedade e o medo principalmente de situações em que o paciente evita por conta das crises. É importante lembrar que a cura desta doença depende da sua gravidade e da dedicação do paciente ao tratamento, havendo pessoas que conseguem se curar totalmente ou controlar com maior facilidade os sintomas da doença.   
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Síndrome de Burnout


O QUE É? Nos dias de hoje, é comum conhecer alguém que sofre com constante crises de estresse, mas quero falar aqui de um estresse que é gerado pelas condições desfavoráveis no trabalho, que vem deixando cada vez mais pessoas adoecidas, ocasionado muitas vezes, pela má administração das empresas, chefes abusivos, autoritário e que não respeitam seus funcionários, ambiente laboral em más condições, funcionários com sobrecarga de tarefas e funções, rotina exaustante, dentre diversos outros fatores. A Síndrome de Burnout também é conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional. O termo Burnout foi criado pelo psicanalista Herbet Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que ele observou em si mesmo e em seus colegas no ambiente de trabalho.
Essa doença é causada por vários fatores, ocorrendo principalmente em indivíduos que se sentem exaustos psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, devido ao estresse excessivo provocado pelo trabalho. Como consequência, essas pessoas acabam tendo uma vida profissional desgastante, sobrecarregada, com pouco tempo livre, muitos deveres e poucos prazeres.
Essa síndrome é muito comum em profissionais que tem que lidar com pressão e responsabilidades constantes.

SINTOMAS
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, palpitação, ataques de pânico, isolamento, desânimo, mudanças de humor, irritabilidade, baixa autoestima, depressão, ansiedade, lapsos de memória, dificuldade de concentração, mau humor, dores musculares, insônia, pressão alta, diminuição no rendimento, desorganização, erros constantes, diminuição do entusiasmo e prazer pelas coisas, ganho ou perda de peso, bruxismo (ranger dentes durante o sono), restless legs (pernas intranquilas), olheiras, diminuição da libido, distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.
Quando o paciente com Síndrome de Burnout faz o tratamento de forma adequada podem surgir sinais de melhora, como maior rendimento no trabalho, maior confiança, diminuição dos sintomas apresentados. Porém, quando o paciente não faz o tratamento, sinais de piora podem surgir, como a perda total da motivação em relação ao emprego, faltas frequentes, desenvolvimento dos sintomas de forma mais avançada.

TRATAMENTO
O tratamento inclui Psicoterapia e dependendo do caso, uso de antidepressivos. Além disso, faz-se necessário uma mudança na rotina do paciente, atividades físicas, dormir e alimentar-se bem, manter uma vida social satisfatória, e exercícios de relaxamento devem entrar para a lista, pois, ajudam a controlar e aliviar os sintomas.
O tratamento psicológico é muito importante para quem possui a Síndrome de Burnout, pois o psicoterapeuta ajuda o paciente a encontrar estratégias para combater o estresse, ajudando a aprofundar seu autoconhecimento e a ganhar mais segurança no seu trabalho.
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Ciúmes


O que é? O dicionário português da Porto Editora apresenta três definições para a palavra ciúme: “Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.” “Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.” “Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.” O ciúme é uma manifestação provocada pela falta de confiança no sentimento do outro, que é transformada em medo de perder o parceiro. O ciúmes também pode adquirir um significado mais amplo, não necessariamente associado ao sentimento partilhado entre pessoas, pode ser produzido pelo apego exagerado a algum bem material não querendo partilha-los com outra pessoa. Por exemplo: ciúme dos livros, dos DVDs, do carro etc.  A pessoa ciumenta, costuma, checar o celular e as ligações recebidas do parceiro constantemente, quer saber quem enviou mensagens, que e-mails recebeu e por qual motivo, com quem falou e sobre o que, onde está e a que horas voltará, quem são os amigos e porque os têm; acha que se a pessoa se arruma para sair, mesmo que seja para o trabalho, está "se arrumando para encontrar o amante"; se há algum atraso é motivo de brigas e questionamentos intermináveis; e por mais que tente aliviar seus sentimentos, nunca estará satisfeito. A vida a dois transforma-se num verdadeiro martírio. Se usarmos o ciúmes como meio de controlar nossos parceiros, iremos afastá-los cada vez mais.   Ciúmes patológico (doentio) Existe uma diferença entre o ciúmes normal e o ciúmes patológico, o ciúmes normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais e o patológico seria uma preocupação infundada, irracional e descontextualizada.  No ciúme patológico há o desejo inconsciente da ameaça de um rival, assim como o desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro. Caracteriza-se por se exagerado, sem motivo aparente que o provoque, deixando o ciumento absolutamente inseguro e transformando-o num tremendo controlador, cerceador da liberdade do outro, podador de qualquer atividade que o parceiro queira fazer sem que ele esteja presente. Uma pessoa pode avaliar a possibilidade de ter entrado no nível de ciúmes patológico, o qual precisa de ajuda psicológica, quando ocorrem prejuízos de alguma forma, por exemplo, perde tempo em seu trabalho querendo saber por onde anda e o que a pessoa de quem sente ciumes está fazendo; liga para monitorar os passos, tal qual um detetive; perde o sono por ciúmes, acorda no meio da noite pensando “o que será que ele (ela) está fazendo?”; fica nervoso (a) quando não localizou o objeto de ciume, etc. Outro exemplo é, mesmo que a pessoa tenha ciúmes de que o namorado vá à casa da mãe dele, claro que ela não acha que ele vai ter um caso com a mãe, mas nos ciúmes patológico ela pensa que ele vai dividir o amor, que “deveria” receber com exclusividade.    O que causa o ciúmes? São varias as causas em que levam as pessoas a sentirem ciúmes. Em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido. Em outros casos, devido a relacionamentos anteriores que eram repletos de insegurança e/ou traições. Também a desvalorização de si mesmo é uma das causas mais importantes do ciúmes intenso.    Sintomas A pessoa que sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão, vergonha, entre outros.    Tratamento A psicoterapia é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança. O Psicólogo também analisará juntamente com o paciente a racionalidade desse ciúmes, o quanto isso está limitando a tranquilidade mental da pessoa e o que está provocando em sua vida, quanto de sofrimento psicológico ela está passando. Um outro foco do tratamento é o aumento da auto-estima da pessoa enciumada, pois quando a auto-estima está rebaixada causa a sensação de insegurança e consequentemente deixamo-nos levar pela imaginação.   
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