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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Ciúmes


O que é? O dicionário português da Porto Editora apresenta três definições para a palavra ciúme: “Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.” “Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.” “Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.” O ciúme é uma manifestação provocada pela falta de confiança no sentimento do outro, que é transformada em medo de perder o parceiro. O ciúmes também pode adquirir um significado mais amplo, não necessariamente associado ao sentimento partilhado entre pessoas, pode ser produzido pelo apego exagerado a algum bem material não querendo partilha-los com outra pessoa. Por exemplo: ciúme dos livros, dos DVDs, do carro etc.  A pessoa ciumenta, costuma, checar o celular e as ligações recebidas do parceiro constantemente, quer saber quem enviou mensagens, que e-mails recebeu e por qual motivo, com quem falou e sobre o que, onde está e a que horas voltará, quem são os amigos e porque os têm; acha que se a pessoa se arruma para sair, mesmo que seja para o trabalho, está "se arrumando para encontrar o amante"; se há algum atraso é motivo de brigas e questionamentos intermináveis; e por mais que tente aliviar seus sentimentos, nunca estará satisfeito. A vida a dois transforma-se num verdadeiro martírio. Se usarmos o ciúmes como meio de controlar nossos parceiros, iremos afastá-los cada vez mais.   Ciúmes patológico (doentio) Existe uma diferença entre o ciúmes normal e o ciúmes patológico, o ciúmes normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais e o patológico seria uma preocupação infundada, irracional e descontextualizada.  No ciúme patológico há o desejo inconsciente da ameaça de um rival, assim como o desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro. Caracteriza-se por se exagerado, sem motivo aparente que o provoque, deixando o ciumento absolutamente inseguro e transformando-o num tremendo controlador, cerceador da liberdade do outro, podador de qualquer atividade que o parceiro queira fazer sem que ele esteja presente. Uma pessoa pode avaliar a possibilidade de ter entrado no nível de ciúmes patológico, o qual precisa de ajuda psicológica, quando ocorrem prejuízos de alguma forma, por exemplo, perde tempo em seu trabalho querendo saber por onde anda e o que a pessoa de quem sente ciumes está fazendo; liga para monitorar os passos, tal qual um detetive; perde o sono por ciúmes, acorda no meio da noite pensando “o que será que ele (ela) está fazendo?”; fica nervoso (a) quando não localizou o objeto de ciume, etc. Outro exemplo é, mesmo que a pessoa tenha ciúmes de que o namorado vá à casa da mãe dele, claro que ela não acha que ele vai ter um caso com a mãe, mas nos ciúmes patológico ela pensa que ele vai dividir o amor, que “deveria” receber com exclusividade.    O que causa o ciúmes? São varias as causas em que levam as pessoas a sentirem ciúmes. Em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido. Em outros casos, devido a relacionamentos anteriores que eram repletos de insegurança e/ou traições. Também a desvalorização de si mesmo é uma das causas mais importantes do ciúmes intenso.    Sintomas A pessoa que sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão, vergonha, entre outros.    Tratamento A psicoterapia é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança. O Psicólogo também analisará juntamente com o paciente a racionalidade desse ciúmes, o quanto isso está limitando a tranquilidade mental da pessoa e o que está provocando em sua vida, quanto de sofrimento psicológico ela está passando. Um outro foco do tratamento é o aumento da auto-estima da pessoa enciumada, pois quando a auto-estima está rebaixada causa a sensação de insegurança e consequentemente deixamo-nos levar pela imaginação.   
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Ansiedade


O que é Ansiedade? Vivemos atualmente uma epidemia de casos de ansiedade. O ritmo frenético de vida, aliado a predisposição individual resulta em uma parcela significativa da população com sintomas ansiosos e perda de qualidade de vida. A ansiedade é um processo físico e mental ativado em situações de medo, receio, diante do desconhecido e em momentos de tensão emocional. Ela pode ser NORMAL ou PATOLÓGICA. A ansiedade é algo que faz com que as pessoas entrem em ação, mas em excesso ela pode se tornar patológica, ou seja, um estímulo que ao invés de beneficiar, acaba prejudicando a pessoa.   Ansiedade Normal Trata-se de um sentimento de receio, aflição, com algumas alterações físicas. Os sintomas são autolimitados, direcionados a uma situação peculiar e são proporcionais ao risco envolvido. Todo mundo se sente ansioso em situações como: dia do casamento, tentativa de assalto, montanha russa, entrevista de emprego, apresentação importante, etc. A ansiedade NORMAL ajuda o ser humano, cria um ambiente cognitivo para tomada rápida de decisões.   Ansiedade Patológica  Ela se torna doença quando passa a ser direcionada a situações comuns do dia-a-dia, ou quando é uma resposta absolutamente desproporcional ao risco. Seja como for, a doença é definida quando surge impacto na qualidade de vida da pessoa. Esse tipo de ansiedade limita a percepção e dificulta a tomada de decisões, evoluindo com restrição social e impactando negativamente diversos aspectos da vida da pessoa. Podemos tomar como exemplo, uma pessoa que não dirige o carro porque fica extremamente ansiosa com a  simples ideia de dirigir, nesse caso a ansiedade é prejudicial à pessoa. Como podemos perceber o que diferencia a Ansiedade Normal da Patológica é a INTENSIDADE e os impactos na funcionalidade do indivíduo.    O que causa a ansiedade?  A causa é complexa e varia de caso a caso. Existe uma predisposição genética, nestes casos, as manifestações podem ser bastante precoces, sendo a pessoa desde cedo uma criança agitada, às vezes hiperativa, que chora com facilidade e às vezes até com dificuldade de dormir. Mas vários fatores ambientais também podem determinar ou descompensar os sintomas. O ritmo de vida, os ambientes, o tipo de criação e a presença de traumas pontuais podem culminar na amplificação da ansiedade normal e iniciar a doença propriamente dita.    Sintomas O corpo fica tenso, existe uma necessidade de se movimentar fisicamente (mexer pés ou mãos e inquietação em geral), a respiração fica mais acelerada e o pensamento fica agitado (muitas ideias passam pela cabeça de forma acelerada). Algumas vezes a cabeça fica confusa e não se sabe direito o que se quer. Sintomas físicos: Taquicardia, falta de ar, tremores, dor no peito, fome, dor no estômago, diarreia, tensão muscular, boca seca, roer as unhas, dor de cabeça, calafrio, vertigem, mãos suadas, disfunção alimentar (engordar ou emagrecer), etc. Sintomas psíquicos: Angústia, medo excessivo ou irracional (como medo de animais, de elevador, de avião), fobias, perfeccionismo, irritabilidade, nervosismo, intolerância, insônia, sensação de morte iminente, dificuldade de falar em público, pânico, etc.   Tratamento Quando a Ansiedade é elevada ou intensa e o indivíduo não mais a controla e percebe que sua vida está sendo prejudicada pelos sintomas da ansiedade, ele precisa de um tratamento psicoterapêutico e/ou medicamentoso. A combinação de Psicoterapia e medicamento, muitas vezes é o modelo ideal de tratamento para a ansiedade, o medicamento vem para amenizar os sintomas enquanto a psicoterapia vai trabalhar as causas e os motivos pelos quais a pessoa se tornou ansiosa. A Psicoterapia é uma opção de tratamento muito aconselhada. É um encontro com uma pessoa especializada, onde o paciente fala sobre seus sentimentos, ansiedades, preocupações, etc.  O primeiro ponto a ser abordado durante a psicoterapia, é o de ampliar a consciência do paciente a respeito de sua postura perante os problemas da vida diária, ou seja, como ele está dando conta da vida, o que ele faz em relação às demandas que a vida lhe impõe. Dessa forma a pessoa pode perceber onde ela pode estar errando ao lidar com esses problemas e como ela pode estar fazendo de coisas mínimas uma grande catástrofe em sua vida. Revertendo esse tipo de pensamento, a pessoa passa a ter recursos eficazes para lidar com a ansiedade, encontrando novas maneiras de ver e enfrentar determinadas situações, fazendo com que o paciente sinta menos ansioso, além de aprender técnicas para diminuir a ansiedade. Grande parte das pessoas que seguem o tratamento citado acima, em poucas semanas sentem uma melhora significativa e retornam a suas atividades diárias.  
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TDHA- Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade


O que é? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), é um transtorno neurobiológico, que atinge várias partes do cérebro, causando falta de atenção, desinteresse, inquietude, impulsividade.  Geralmente aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Vale ressaltar que esse transtorno não é adquirido, o indivíduo nasce com o mesmo e com o tempo os sintomas vão aparecendo.    Causas Existem pesquisas por todo o mundo, onde procuram saber a causa do desenvolvimento de TDHA, a maioria dessas pesquisas apontaram que as causas do TDHA são multifatoriais, entre eles a base orgânica neurológica, a hereditariedade, o que é ingerido durante a gravidez, sofrimento fetal, problemas familiares, e até mesmo a exposição ao chumbo poderá causar no bebê a probabilidade maior de desenvolver esse transtorno, entre outros.   Sintomas Os sintomas podem ser identificados na infância, muitas vezes os pais, professores, identificam a falta de interesse expressiva da criança, falta de atenção nas atividades desenvolvidas, inquietude e a impulsividade.  A pessoa pode ter três diferentes graus de TDAH: Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico, e os sintomas resultam em não mais do que pequenos prejuízos no funcionamento social, acadêmico ou professional Moderada: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave” estão presentes Grave: Muitos sintomas além daqueles necessários para fazer o diagnóstico estão presentes, ou vários sintomas particularmente graves estão presentes, ou os sintomas podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional. O DSM-5 tem alguns critérios que definem o diagnóstico de uma criança ou adulto com TDAH. Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa apresente um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira no funcionamento e no desenvolvimento. Para tanto, ela precisa apresentar sintomas destes dois aspectos. Sintomas comuns de desatenção: -Deixar de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou durante outras atividades; -Ter dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; -Não escutar quando lhe dirigem a palavra; -Não seguir instruções e não termina deveres de casa, tarefas domésticas ou tarefas no local de trabalho; -Ter dificuldade para organizar tarefas e atividades; -Evitar, não gostar ou relutar em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, preparo de relatórios etc.); -Perder objetos necessários às tarefas ou atividades; -Ser facilmente distraído por estímulos externos (para adolescentes mais velhos e adultos pode incluir pensamentos não relacionados); -Ser esquecido em relação a atividades cotidianas.; Sintomas comuns de hiperatividade e impulsividade: =Remexer ou batucar mãos e pés ou se contorcer na cadeira; - Levantar da cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado (sala de aula, escritório, etc.); -Correr ou subir nas coisas, em situações onde isso é inapropriado ou, em adolescentes ou adultos, ter sensações de inquietude; -Ser incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente; -Não conseguir ou se sentir confortável em ficar parado por muito tempo, em restaurantes, reuniões, etc; -Falar demais; -Não conseguir aguardar a vez de falar, respondendo uma pergunta antes que seja terminada ou completando a frase dos outros; -Ter dificuldade de esperar a sua vez; -Interrompe ou se intrometer em conversas e atividades, tentar assumir o controle do que os outros estão fazendo ou usar coisas dos outros sem pedir; Em geral, é preciso que a criança apresente seis ou mais desses sintomas por mais de seis meses antes de ser feito o diagnóstico. Já em adultos ou adolescentes (com mais de 17 anos), é preciso apresentar apenas cinco destes sintomas.   Tratamento Apesar desta complexidade, há diversas alternativas de tratamento, que podem aliviar os sintomas, melhorando muito a qualidade de vida. Mesmo que não possa ser "curado", o TDAH pode e deve ser bem gerenciado.  O tratamento do TDAH requer uma abordagem multidisciplinar, com vários profissionais da saúde, como médicos, neurologistas, psicólogos e psiquiatras.  A Psicoterapia Comportamental tem sido um tratamento bastante eficaz na reversão dos sintomas do Distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade. Por meio da Psicoterapia Comportamental, o cliente irá encontrar maneiras de redirecionar sua atenção, mudar o modo de como se sente, aprender estratégias de resolução de problemas, monitorias, controle de tempo e de raiva, assim como controle de agressividade.     
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