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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Depressão Pós-parto


Depressão Pós-parto   O que é? A depressão pós-parto, geralmente dá as caras um mês depois do parto. Mas deve-se tomar cuidado para não confundi-la com baby blues (uma tristeza leve, considerada normal e que passa em poucos dias). Já na Depressão Pós-Parto, os sintomas são mais intensos e semelhantes aos de uma depressão clássica. A lista inclui desânimo, baixa autoestima, falta de prazer e alteração no sono e no apetite que não melhoram conforme o tempo passa. A mulher não vê graça em quase nada: as situações prazeirosas são cada vez mais raras. “Em casos mais graves, a mulher pode deixar de cuidar da criança, ter raiva dela e até pensar em suicídio”. A Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudar a gerir os seus sintomas e desfrutar de seu bebê.   Sintomas Alguns dos sintomas são: Tristeza constante; Sensação de que nada de bom vem pela frente; Sensação de culpa; Irritabilidade e falta de paciência; Vontade de chorar o tempo todo; Exaustão permanente; Dificuldade de se divertir; Perda do bom humor; Sensação de não conseguir lidar com as circunstâncias da vida; Enorme ansiedade em relação ao bebê e busca constante por garantias, por parte de profissionais de saúde, de que ele está bem; Preocupação com sua própria saúde, possivelmente acompanhada pelo temor de ter alguma doença grave; Falta de concentração; Sensação de que o bebê é um estranho e não seu filho; Pensamentos negativos demais em relação a você ou ao bebê; Vontade de fugir, de sumir; Perder ou ganhar peso     Causas Não há uma única causa para depressão pós-parto. Fatores físicos, emocionais e de estilo de vida podem influenciar de alguma forma no surgimento da doença. Os especialistas acreditam que seja uma combinação de fatores hormonais, ambientais, psicológicos e genéticos. Porém há certas situações que parecem aumentar o risco de uma depressão pós-parto. São elas: Já ter passado por uma depressão antes ou algum outro problema de saúde mental; Ter tido depressão durante a gravidez; Não ter família ou parceiro por perto; Dificuldades financeiras, no trabalho ou no relacionamento; Ter passado por um parto difícil ou complicações de saúde no pós-parto; Ter tido um um bebê prematuro ou com problemas de saúde; Dificuldade em amamentar; Perda de um ente querido, recentemente ou no passado.   Tratamento É importante que a mulher ou algum familiar reconheçam logo a depressão pós-parto, para que ela receba o apoio e o tratamento necessários.  Conversar com alguém treinado para lidar com o que você está sentindo pode ser de grande ajuda. Muitas vezes somente a psicoterapia já é suficiente para reverter o quadro, embora, em diversos casos, haja também a necessidade de associar ao tratamento algum tipo de medicação (que só pode ser prescrita por médicos).  Não se intimide em procurar ajuda especializada e encare isso como um ato de amor pelo seu bebê, para que você possa ser a mãe que sempre sonhou ser.  
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TDHA- Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade


O que é? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), é um transtorno neurobiológico, que atinge várias partes do cérebro, causando falta de atenção, desinteresse, inquietude, impulsividade.  Geralmente aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Vale ressaltar que esse transtorno não é adquirido, o indivíduo nasce com o mesmo e com o tempo os sintomas vão aparecendo.    Causas Existem pesquisas por todo o mundo, onde procuram saber a causa do desenvolvimento de TDHA, a maioria dessas pesquisas apontaram que as causas do TDHA são multifatoriais, entre eles a base orgânica neurológica, a hereditariedade, o que é ingerido durante a gravidez, sofrimento fetal, problemas familiares, e até mesmo a exposição ao chumbo poderá causar no bebê a probabilidade maior de desenvolver esse transtorno, entre outros.   Sintomas Os sintomas podem ser identificados na infância, muitas vezes os pais, professores, identificam a falta de interesse expressiva da criança, falta de atenção nas atividades desenvolvidas, inquietude e a impulsividade.  A pessoa pode ter três diferentes graus de TDAH: Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico, e os sintomas resultam em não mais do que pequenos prejuízos no funcionamento social, acadêmico ou professional Moderada: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave” estão presentes Grave: Muitos sintomas além daqueles necessários para fazer o diagnóstico estão presentes, ou vários sintomas particularmente graves estão presentes, ou os sintomas podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional. O DSM-5 tem alguns critérios que definem o diagnóstico de uma criança ou adulto com TDAH. Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa apresente um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira no funcionamento e no desenvolvimento. Para tanto, ela precisa apresentar sintomas destes dois aspectos. Sintomas comuns de desatenção: -Deixar de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou durante outras atividades; -Ter dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; -Não escutar quando lhe dirigem a palavra; -Não seguir instruções e não termina deveres de casa, tarefas domésticas ou tarefas no local de trabalho; -Ter dificuldade para organizar tarefas e atividades; -Evitar, não gostar ou relutar em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, preparo de relatórios etc.); -Perder objetos necessários às tarefas ou atividades; -Ser facilmente distraído por estímulos externos (para adolescentes mais velhos e adultos pode incluir pensamentos não relacionados); -Ser esquecido em relação a atividades cotidianas.; Sintomas comuns de hiperatividade e impulsividade: =Remexer ou batucar mãos e pés ou se contorcer na cadeira; - Levantar da cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado (sala de aula, escritório, etc.); -Correr ou subir nas coisas, em situações onde isso é inapropriado ou, em adolescentes ou adultos, ter sensações de inquietude; -Ser incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente; -Não conseguir ou se sentir confortável em ficar parado por muito tempo, em restaurantes, reuniões, etc; -Falar demais; -Não conseguir aguardar a vez de falar, respondendo uma pergunta antes que seja terminada ou completando a frase dos outros; -Ter dificuldade de esperar a sua vez; -Interrompe ou se intrometer em conversas e atividades, tentar assumir o controle do que os outros estão fazendo ou usar coisas dos outros sem pedir; Em geral, é preciso que a criança apresente seis ou mais desses sintomas por mais de seis meses antes de ser feito o diagnóstico. Já em adultos ou adolescentes (com mais de 17 anos), é preciso apresentar apenas cinco destes sintomas.   Tratamento Apesar desta complexidade, há diversas alternativas de tratamento, que podem aliviar os sintomas, melhorando muito a qualidade de vida. Mesmo que não possa ser "curado", o TDAH pode e deve ser bem gerenciado.  O tratamento do TDAH requer uma abordagem multidisciplinar, com vários profissionais da saúde, como médicos, neurologistas, psicólogos e psiquiatras.  A Psicoterapia Comportamental tem sido um tratamento bastante eficaz na reversão dos sintomas do Distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade. Por meio da Psicoterapia Comportamental, o cliente irá encontrar maneiras de redirecionar sua atenção, mudar o modo de como se sente, aprender estratégias de resolução de problemas, monitorias, controle de tempo e de raiva, assim como controle de agressividade.     
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Agorafobia


O que é? Agorafobia é um tipo de transtorno de ansiedade, podendo estar ligado a ataques de pânico. Uma pessoa com Agorafobia geralmente tem medo de sair de um lugar que considera seguro, como por exemplo sair da sua própria casa. A ansiedade de sair de casa e ter uma crise a impede de se expor a situações, por isso o comportamento mais comum na agorafobia é a evitação, a esquiva, a fuga de situações fora de sua zona de conforto. Em alguns casos a pessoa tem medo de lugares que considera difícil de ‘escapar ou sair’, ou ainda onde a ajuda possa não estar disponível. A pessoa com Agorafobia começa então a evitar certos lugares, por exemplo, não vai mais ao cinema pois tem medo de passar mal, não sai de carro, não entra em supermercado, não entra em banco. Situações comuns que causam medo em uma pessoa com Agorafobia incluem: lugares lotados como shoppings, metrô, ônibus, elevadores, eventos e aeroportos; e lugares muito distantes ou remotos. Muitas vezes as pessoas com Agorafobia conseguem enfrentar o receio e o medo apenas se estiverem acompanhas com alguém de confiança.    Causas Atualmente não são conhecidas com precisão as causas da Agorafobia. No entanto muitas pessoas a desenvolvem depois de terem passado por uma situação que gerou um ataque de pânico, como lugares lotados ou lugares considerados como ‘não seguros’ pela pessoa como os citados acima. A partir daquela situação, o lugar ou situações similares passam a ser evitados pela pessoa. Quando novas situações parecidas estão próximas de se enfrentar, o medo aumenta abruptamente e apenas o fato de saber que vai se aproximar daquela situação já se pode desencadear um ataque de pânico. Independentemente da causa, o fato é que ela acaba sendo um limitador da qualidade de vida da pessoa, uma vez que a pessoa se desvia da interação com outras pessoas, não socializando-se e tendo problemas no trabalho.   Sintomas Medo que ficar sozinho; Sintomas físicos como falta de ar, náuseas , tontura, sudorese, aumento dos batimento cardíacos nas situações; Medo de ir a lugares muito cheios; Sentir-se extremamente ansioso por saber que a situações que causam fobias podem estar prestes a acorrem novamente; Medo de lugares muito amplos; Sentir-se ansioso por estar longe de lugares considerados seguros, como sua própria casa; Perda da confiança e baixa autoestima.   Tratamento O tratamento vai depender do caso, mas a pessoa deve procurar um psicólogo e/ou um médico psiquiatra, passando todas as informações que possam ser úteis ao diagnóstico: quais sintomas e o que geralmente os causa e em que situações; se esses medos se manifestam há muito tempo e com qual frequência; se estão afetando o seu dia a dia, etc. O tratamento, que pode incluir Psicoterapia e/ou Medicação. A Psicoterapia visa buscar mudanças na forma que o pensamento e comportamento ocorrem, reduzir o grau de ansiedade envolvido. E a Medicação visa controlar os sintomas. Dependendo do caso, o importante é não evitar as situações de receio, já que quanto maior o receio maior é a ansiedade. Técnicas de relaxamento podem ajudar no enfrentamento das situações e também para recuperar o autocontrole. Se você se identifica com as situações expostas e entende que isso tem atrapalhado o seu cotidiano, agende uma consulta. É sempre importante almejar uma melhora na qualidade de vida. Procure uma psicóloga em Maringá. 
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