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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
Casal
Psicoterapia para Casal   As crises conjugais podem acontecer por diversos fatores, gerando um acúmulo de mágoas com o passar do tempo. As crises mais comuns estão relacionadas à dificuldades de comunicação, brigas constantes, problemas individuais, expectativas diferentes quanto à relação, ciúmes, traição, divergências na educação dos filhos e na resolução de problemas cotidianos, distanciamento e falta de afetividade, perda do interesse sexual pelo parceiro (a), dentre outros.  Um dos objetivos da terapia de casal é melhorar a performance relacional, modulando comportamentos disfuncionais para a promoção do bem estar do casal.  Na primeira sessão é feita uma anamnese para identificar a demanda do casal, com base na anamnese será realizado um plano terapêutico para alcançar as mudanças necessárias para um casamento satisfatório.       
Criança
Psicoterapia para crianças   A psicoterapia infantil comportamental tem como objetivo promover mudanças no comportamento. É uma prática que está a serviço do bem estar e da qualidade de vida da criança e de sua família. É um momento no qual a criança é ouvida e acolhida em suas dificuldades, podendo expressar seu universo psíquico e encontrar formas de comunicar sentimentos como raiva, saudade, tristeza, medo, frustração, ansiedade, amor, entre outros.  Diferente da Psicoterapia com adultos, que costumam verbalizar as suas queixas, muitas vezes, as crianças tem dificuldades de expressarem verbalmente o que estão sentindo e por essa razão faz-se uso de técnicas e estratégias lúdicas de acordo com a idade e individualidade da criança. Vale ressaltar que a psicoterapia infantil não é restrita apenas ao atendimento da criança, mas também a atividades que visem à orientação aos pais. Desse modo, os pais encontram na Psicoterapia recursos para lidar com as dificuldades da criança.   
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Bulimia



O que é? Bulimia é um distúrbio alimentar que gera na pessoa uma compulsão muito grande em ingerir muita comida e, logo após, é tomada por um sentimento de arrependimento ou de medo de engordar, fazendo com que recorra a meios de eliminar o que foi ingerido. Dentre esses meios, os mais comuns são a indução de vômitos, o consumo de laxantes e diuréticos ou a excessiva prática de exercícios. A doença pode ser catalogada em duas diferentes maneiras: - Bulimia com expurgação: A pessoa regularmente auto-induz o seu vômito ou faz uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas após comer compulsivamente. - Bulimia sem expurgação: Utilização de outros métodos para se manter livre das calorias e evitar o ganho de peso, como a prática do jejum, dieta rigorosa ou exercício excessivo. Pessoas com bulimia estão sempre preocupadas com a aparência, principalmente com o peso. O paciente não consegue aceitar seu corpo da forma como ele é, ou tem a impressão de que está acima do peso em níveis acima da realidade. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, que faz a pessoa buscar maneiras bruscas de perder peso rapidamente, ao mesmo tempo em que busca conforto na comida.  O que diferencia a bulimia de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso.     Causas Muitos fatores podem estar envolvidos nos motivos que levam à sua ocorrência. A influência exercida pela mídia sobre o comportamento e o padrão de beleza das pessoas também pode estar entre as possíveis causas da bulimia. O culto ao corpo magro e o desprezo às pessoas acima do peso pregado pela indústria da beleza e da moda, aparentemente, levam milhões de pessoas em todo o mundo a apresentar quadros de bulimia. Fatores genéticos, psicológicos, traumáticos, familiares, sociais ou culturais podem contribuir para seu desenvolvimento.  A genética também pode ser um fator de risco para a bulimia. Estudos mostram que ter um parente com bulimia pode favorecer o desenvolvimento da doença. No entanto, ainda não está certo se é um fator genético que predispõe à bulimia ou o comportamento familiar que favorece a doença.     Sintomas Preocupação excessiva com o peso e com a silhueta; Ter medo de ganhar peso; Perder o controle sobre o que come; Comer em excesso até sentir desconforto ou dor; Forçar o vômito após comer; Usar suplementos diários de perda de peso;. Apresenta sintomas de desnutrição, tais como: tontura, desmaio, fadiga, sono ou insônia e inchaço no corpo; Emagrecimento súbito; Vômitos após as refeições: a pessoa pode ir ao banheiro logo após se alimentar e permanece por lá por muito tempo; Uso de laxantes e diuréticos: alguns sinais podem ser apresentados por conta dessa prática, como queixas de cólicas abdominais, inflamações anais ou descontrole intestinal.     Efeitos colaterais Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito. Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão. Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor. Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são: > Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave; > Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico; > Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração; > Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes; > Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos; > Maior risco de úlceras e rupturas gástricas; > Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal; > Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares; > Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns; > Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio; > Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas; > Cárie dentária grave.     Tratamento O tratamento depende da gravidade da bulimia, assim como a resposta da pessoa aos tratamentos.  Se você acha que pode ter, ou tem bulimia, a melhor coisa que você pode fazer é procurar ajuda profissional. A psicoterapia é oferecida para aqueles que sofrem desta condição para ajudá-los a recuperar o controle sobre seus pensamentos e ações. A terapia comportamental funciona muito bem no tratamento de distúrbios alimentares, tais como bulimia. Durante este tipo de tratamento, o psicólogo especializado irá trabalhar com você para ajudá-lo a aprender a reconhecer as formas com que o alimento faz você se sentir e como mudar seus comportamentos em resposta a essas emoções. O processo é doloroso e exige um trabalho árduo da parte do paciente e de sua família. Admitir que você tem um problema é o primeiro passo para obter tratamento.   
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Anorexia



O que é? A anorexia é um distúrbio alimentar que provoca perda de peso acima do que é considerado saudável para a idade e altura. Pessoas com anorexia podem ter um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal. Elas podem abusar de dietas ou exercícios, ou usar outros métodos para emagrecer. O paciente no geral enxerga seu corpo de maneira distorcida (em geral, muito acima do peso) e, a partir daí, leva a atitudes de risco, como dietas restritivas, abuso de exercícios físicos, indução de vômito para expulsar as refeições e até mesmo uso de medicamentos como laxantes. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, já que a pessoa está sempre preocupada na maneira como ela vai perder peso rapidamente.   Causas Acredita-se que fatores biológicos, psicológicos e ambientais estejam envolvidas nas causas possíveis para a doença. A Anorexia é um distúrbio muito comum entre adolescentes, principalmente por conta da pressão social existente nessa fase da vida e todas as mudanças que ocorrem no corpo e na mente. Entretanto, pessoas de todas as idades podem desenvolver o problema, sendo considerado raro somente em indivíduos acima dos 40.   Sintomas A perda de peso impulsionada pelo transtorno é extremamente perigosa. Pode provocar baixas na imunidade, enfraquecimento dos músculos e dos ossos, interrupção da menstruação, arritmia cardíaca e convulsões. O quadro chega a ser inclusive fatal em 15% dos casos. Algum dos sintomas da Anorexia são: Preocupação excessiva com a dieta; Perda de peso acentuada; Medo extremo de engordar; Redução da libido; Ausência de menstruação por três ou mais ciclos; Prática exagerada de exercícios físicos; Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes).; Ir ao banheiro imediatamente após as refeições; Recusar-se a manter o peso que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (geralmente, pessoas com anorexia estão no mínimo 15% abaixo do peso normal); Pensamento confuso ou lento, junto com memória ou julgamento deficientes; Depressão; Boca seca; Extrema sensibilidade ao frio (vestir várias camadas de roupas para ficar aquecido); Perda de resistência óssea; Desgaste dos músculos e perda de gordura corporal.   Tratamento O maior desafio no tratamento da anorexia é fazer a pessoa reconhecer que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, as pessoas somente começam um tratamento quando a doença já atingiu seu estado grave. O tratamento é multidisciplinar, ou seja, envolve uma equipe composta de médico, psicólogo e nutricionista. O primeiro objetivo é recuperar os quilos perdidos em ritmo seguro a fim de restabelecer a saúde. Diferentes tipos de psicoterapias são usadas para tratar de pessoas com anorexia, mas a terapia comportamental mostra-se bem-sucedida neste sentido. A psicoterapia comportamental, irá trabalhar a auto-estima do paciente, sua forma de enxergar o próprio corpo, sua relação com a comida, trabalhando junto com o paciente para que haja mudanças de pensamentos e comportamentos.    Prevenção Encorajar atitudes saudáveis e realistas em relação ao peso e à dieta podem ajudar. Cultive sempre a ideia de um corpo saudável com seu filho ou filha, independentemente da silhueta ou do peso  
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